segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

10 informações que ajudarão a compreender melhor o budismo



O budismo é uma das religiões com maior número de adeptos no mundo, atrás somente do cristianismo, islamismo e hinduísmo.

Politeístas e monoteístas podem estranhar, mas o budismo é uma religião sem deuses.

Os budistas pregam que o ser humano está condenado a reencarnar repetidamente e passar pelas dores e sofrimentos do mundo material. O que ele faz nessa vida pode refletir na suas sucessivas vidas futuras. É o chamado carma.

O budismo tem algumas semelhanças com o hinduísmo. Uma delas é justamente a crença na reencarnação. Os budistas pregam que os maus podem voltar para a Terra na aparência de um vegetal ou animal inferior. Já os bons, retornam melhores, em escalas mais elevadas da evolução.

Acredita-se que Buda tenha nascido 547 vezes antes de atingir a chamada iluminação.

Outros princípios que unem hinduísmo e budismo são a humildade e os votos de pobreza. Na concepção do budismo, os bens materiais e os prazeres da carne podem afastar o ser humano do caminho da iluminação.

O dalai lama é o líder do budismo tibetano, praticado no Tibete, região que atualmente faz parte da China. Dalai lama significa Caminho de Sabedoria.

Existe uma simpatia (por sinal, muito difundida no Brasil) que é mais ou menos assim: ponha a imagem de Buda - ou de uma divindade budista - em um pires e de costas para a porta. Deposite algumas moedas no pires e aguarde o Buda atrair a boa sorte e a fortuna.

O budismo influenciou fortemente diversos pensadores, principalmente o alemão Arthur Schopenhauer. Foi Schopenhauer, aliás, quem introduziu o budismo no pensamento filosófico Ocidental.

Buda não é um nome, mas um título. Quer dizer simplesmente “o iluminado”, aquele que alcançou a iluminação.

Para mais curiosidades e informações sobre esse assunto, acesse: Mais Que Curiosidades.

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