terça-feira, 24 de janeiro de 2017

10 curiosidades sobre o consumo de vinho ao longo da história



Os seres humanos conhecem a uva desde tempos imemoriais. Acredita-se que o consumo da fruta e de seu suco fermentado sejam mais antigos do que se imagina. 


Já a mais antiga evidência química do vinho foi encontrada num aparelho para a fabricação do produto e num vaso de 3 500 a. C., na região de Godin Tepe, atual Irã.

No antigo Egito, o consumo de vinho era restrito aos nobres e sacerdotes. Os egípcios também tinham o hábito de utilizar a bebida em rituais de oferendas aos mortos e aos deuses.

O vinho é citado em inúmeras passagens da Bíblia. Uma delas conta que Noé cultivava vinhas e, certa vez, bebeu vinho além da conta, embriagando-se. Sob efeito da bebida, Noé apareceu nu em sua tenda e, nas palavras da própria Bíblia, “tomaram Sem e Jafé uma capa, e puseram-na sobre ambos os seus ombros, e… cobriram a nudez do seu pai” (Gênesis 9:23).

Existem dois episódios marcantes sobre o consumo de vinho no Novo Testamento. O primeiro foi quando o próprio Jesus transformou água em vinho. O segundo, foi quando Jesus, dirigindo-se a seus discípulos na chamada Última Ceia cita o pão como seu corpo e o vinho como seu sangue. Teria dito o chamado Filho de Deus: "Este é o meu sangue, que é derramado por vós". Mais tarde, criou-se uma lenda (o Santo Graal) em torno da taça na qual Jesus teria tomado o vinho.

Na mitologia romana, Baco (Dioníso, para os romanos) era o deus do vinho. As festas em sua homenagem eram chamadas de bacanais – palavra que, no sentido moderno, é entendida como orgias.

O vinho, assim como as outras bebidas alcoólicas, é proibido pelo islã. Alguns países muçulmanos chegaram a possuir vinícolas durante a dominação europeia, que acabaram desaparecendo com o tempo. No Irã dos aiatolás, a última vinícola foi fechada depois da Revolução Islâmica de 1979.

Mosteiros de várias ordens religiosas da Idade Média eram cercados de videiras. Os monges costumavam produzir e consumir o próprio vinho – talvez por que fosse mais seguro do que a água de péssima qualidade que se bebia na época. Aliás, durante a Idade Média, o vinho era usado como analgésico e antisséptico.

O ditador nazista Adolf Hitler não apreciava vinhos, mas foi um entre um número incontável de políticos a ter a sua própria adega.

Veja outras curiosidades e informações sobre esse assunto em: Mais Que Curiosidades.

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