sexta-feira, 21 de outubro de 2016

10 doces e estranhas curiosidades sobre o mel



O mel é citado na Bíblia, no Alcorão e nos Vedas indianos. Conta o Antigo Testamento que “os hebreus buscavam a terra prometida onde corria leite e mel após deixarem o Egito”.

Os primeiros registros do consumo do mel datam do ano 5500 antes de Cristo, no antigo Egito. O sul do país era conhecido naquela época como "Terra das Abelhas". Acredita-se, no entanto, que o consumo de forma extrativa seja ainda mais antigo.

Enquanto na Europa, África e Estados Unidos o consumo de mel chega a 1 quilo por habitante, no Brasil não passa de 300 gramas.

Para produzir um quilo de mel, as abelhas precisam visitar nada menos que 5 milhões de flores. Uma abelha produz algo em torno de 5 gramas de mel por ano.

Uma única abelha realiza em torno de 40 voos diários em busca de néctar.

O néctar colhido pelas abelhas é guardado no sistema digestório do inseto e misturado a enzimas (invertase e glicose oxidase) que o transformam em mel. Não seria, portanto, exagero dizer que mel é vômito de abelha.

A premissa de que o mel não se decompõe não é verdadeira. Ele costuma fermentar com o tempo. As principais características do mel vencido são o cheiro de álcool e a presença de espuma. Mas...

O mel pode demorar muito para se decompor em absoluto. Tanto que foram encontrados potes de mel relativamente em bom estado em sítios arqueológicos no Egito.

Mas por que o mel demora para se decompor? Por dois motivos: a sua alta taxa de açúcar (em torno de 90%) e, principalmente, a baixa quantidade de água (17%).

O mel é utilizado por diversas institutos de beleza em máscaras hidratantes. O seu uso medicinal e cosmético é chamado apiterapia.


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